Na ultima quarta, 07 de março, completei cinquentinha de idade. Meio século!
Que bom! Já vivi muita coisa boa e tenho certeza que ainda me esperam muitas surpresas nesta vida!
A festa foi a melhor possível! Passei a noite fazendo o que mais gosto que é tocar!
Junto aos parceiros "Paracatuanos" Aldo Lima, Guilherme, Fernando Moreira, fizemos um belo som no "Fornalha", uma casa noturna aqui de Paracatu.
Toquei o repertório que gosto para vários amigos novos que fiz aqui....o povo curtiu bastante!
Só faltaram, além da minha família, o bolo! A propósito desta tradição de se soprar velinha, achei até legal não ter feito isto. Quero muita luz e, nos próximos aniversários e pro resto da vida, me recusarei a apagar qualquer luz que esteja me iluminando... Quero luz, muita luz! Quero pelo menos mais uns cinquentinha mas sem apagar velinha!
Vários amigos me mandaram mensagens, o que me fez ver que, por mais que pareça, não caminho sozinho!
Obrigado gente! Valeu e valerá sempre contar com a amizade de vocês!
Grande abraço
segunda-feira, 12 de março de 2012
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Bom dia
Uma velha grita
Um cachorro late
O telefone toca
E eu, com preguiça de me levantar, coloco o travesseiro sobre a cabeça e me recuso a abrir os olhos
A cidade acorda.
Pessoas passam para o trabalho
Que vida é essa nesta cidade do interior?
Cidade onde nasci e brinquei na juventude
Hoje não brinca comigo, apenas me observa
Cobra-me atitute, feitos e fama
E eu continuo na cama
Penso em voltar pra sampa
Mas a solidão lá é bem maior
Quando mais gente
Maior a solidão
E eu não tenho pão
Vou tomar café na rua
Ontem a noite não foi de lua
Choveu bem
Toquei um pouco e tentei escrever alguma coisa
O repertório está escasso
Até parece que já falei de tudo
Preciso ler
O segredo está nos livros
Tenho um Quintana e um Dalai Lama
Mas continuo na cama
A cidade acorda
E eu,.. bem
Vou ter que me levantar e dizer bom dia proceis!!!
Um cachorro late
O telefone toca
E eu, com preguiça de me levantar, coloco o travesseiro sobre a cabeça e me recuso a abrir os olhos
A cidade acorda.
Pessoas passam para o trabalho
Que vida é essa nesta cidade do interior?
Cidade onde nasci e brinquei na juventude
Hoje não brinca comigo, apenas me observa
Cobra-me atitute, feitos e fama
E eu continuo na cama
Penso em voltar pra sampa
Mas a solidão lá é bem maior
Quando mais gente
Maior a solidão
E eu não tenho pão
Vou tomar café na rua
Ontem a noite não foi de lua
Choveu bem
Toquei um pouco e tentei escrever alguma coisa
O repertório está escasso
Até parece que já falei de tudo
Preciso ler
O segredo está nos livros
Tenho um Quintana e um Dalai Lama
Mas continuo na cama
A cidade acorda
E eu,.. bem
Vou ter que me levantar e dizer bom dia proceis!!!
Assinar:
Postagens (Atom)