segunda-feira, 28 de junho de 2010

A vida é uma festa


Se alguém quer me ver feliz me chame pro palco! Ali me transformo naquele que busco ser! Voces poderiam perguntar: e por quê você não é o mesmo fora do palco? respondo que simplesmente tenho tentado mas,o palco é mágico e me leva a um mundo sobrenatural onde não existe problemas, só prazer e alegria, fora dele "a vida realmente é diferente, quer dizer: a vida é muito pior". Prazer maior ainda é poder dividir o palco com as pessoas que gosto. Este final de semana vivi uma felicidade ímpar e duradoura fazendo isto.Primeiro por receber o grande amigo e parceiro Zé Alexandre no nosso projeto "Vida de viajante". Zé subiu ao palco e mostrou ao que veio! Deixou a platéia extasiada com seu enorme talento.Cantou de tudo e ainda me deu o prazer de cantar com ele nosso "sucesso" Alpendre e a minha Cantadores do cerrado, músicas que estarão nesse meu primeiro disco solo que sai agora no final de julho.Segundo motivo de prazer foi que, coincidentemente, meu outro parceiro e irmão de estrada Luiz Salgado também veio a se apresentar na cidade dentro do projeto do Sesc Minas "Cinema na praça" e aí não podia ser diferente: acabamos todos cantando juntos em duas oportunidades.Consegui agendar com a TVP, canal local, a gravação de um especial com os amigos. Formamos uma roda maravilhosa que foi completada com o Tarcisio Mano Véi que veio dividindo o palco com o Luiz.Os quatro, no improviso, fizemos um programa que ficará na história de Paracatu. Bem legal mesmo! Agradeço a TVP pela oportunidade e aproveito para parabenizé-los pela excelente equipe! À noite, para completar, fomos convidados pelo Luiz e Tarciso pro palco,antes da exibição do filme,para dividir mais uma vez a alegria de estarmos juntos. Fechamos a noite com chave de ouro para nossa alegria e a do público presente ao "largo da jaqueira".
Zé embarcou de volta. Luiz, Tarcisio e eu ainda fomos para uma festa na linda fazenda Santa Helena do aniversariante Mauro Brochado. Lá saboreamos a um bom churrasco regado à tradicional cachaça Paracatuense e outras "cositas", papeamos muito e fomos dormir felizes!
No domingo pela manhã,como não sou de aguentar muita festa, fui descansar na roça ouvindo "pássaros cantar, cantar, cantar..."
Aos amigos, obrigado pela amizade e por ter tido o prazer de dividir com vocês mais estes momentos de prazer!
Viva a vida, ela é genial!

segunda-feira, 21 de junho de 2010

E a seleção começa a se soltar

Acabei de assistir, aqui na roça, ao jogo do Brasil com Costa de Marfin: 3x1. Rone e eu isolados no sertão do Gerais, vimos aos gols sem muita vibração. Nas cidades há festas por todos os lados. Lembrei me de outras copas em que assisti com a família e os amigos, desta vez tive que assistir na tranqüilidade do velho Tamanduá!
O Brasil começou a se soltar e apresentar aquele jogo bonito que estamos esperando. Aposto que vamos ser campeões novamente, para a alegria do Zé povinho, minha alegria inclusive!
Ontem estive em Guarda Mor no aniversário do meu irmão Vanderlei e da digníssima Da. Dirce, sua esposa que também completava anos. Festão no “clube dos ricos”! Batemos uma viola tomando bons vinhos e apreciando aquele churrasco gostoso! Fiquei meio ligadão e ainda subi a serra pra descansar aqui. Hoje curei ressaca o dia todo. Agora a noite começa a chegar e a primeira estrela já apareceu pra me espiar. Vou me recolher mais cedo pois amanhã voltaremos ao batente!
E a água continua a cair da caixa na caixa fazendo aquele barulhinho bom pra dormir!
Fui!!

Vida de Viajante

Nesta semana teremos a presença do cantor e compositor Zé Alexandre no projeto vida de viajante que acontece sempre na ultima sexta do mês no sindicato rural de Paracatu. Zé é um dos intérpretes da lendária música “Bandolins” juntamente com Oswaldo Montenegro. Canta a música do inicio ao fim mas, por capricho do destino, Oswaldo ficou conhecido e ele nem tanto. Mas é um grande intérprete e tenho orgulho de dizer que é meu parceiro. Juntos fizemos a música “Alpendre” falando deste velho alpendre de onde agora escrevo. Esta música estará no meu disco e no do Zé. Espero muito dela, já que está muito bem interpretada por nós!
Vai ser um showzaço! Quem puder, apareça!
Será no dia 25 no Sindicato Rural de Paracatu as 21 hs.
Abraços

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Encontro de amigos

Esta semana encontrei um velho amigo de infância!
Sabia que morava na cidade de Paracatu mas até então não havíamos nos encontrado.
Passando pela praça da matriz rumo à mais uma sessão de RPG (é que ando meio empenado), ele estava na janela da Câmara Municipal, onde trabalha, e me chamou pelo nome.
Aliás, primeiro perguntou se eu era de Guarda Mor, depois quis saber se eu não era filho da Da. Leonídia, depois perguntou se eu não era o Pedrin. Disse lhe que sim. Ele desceu e sentamos no banco da praça da matriz e batemos um longo papo. Era o “Fiotin”! Foi inevitável , no nosso bate papo, o regresso ao nosso passado pelas ruas do Arraial D’angola. Lembramos todos aqueles anos em que saíamos juntos para paquerar nos “hora dançantes” do bairro!. Ele era uns quatro anos mais velho, mas eu ,ainda um pirralho, gostava de andar com os amigos mais velhos, mais experientes. Fiotin era um desses. Cara muito querido de todos! Recusei me a saber que o seu nome era Jânio. Tive guardado na memória estes anos todos, que se chamava Jaime e que seu irmão era o Júlio. Aí ele me disse que fiz confusão que Júlio era seu pai e que seu irmão é o Joel. É a memória começando a falhar!
Ele também andou por Brasília e São Paulo mas regressou à terra natal já há algum tempo.
Fiquei triste quando lhe perguntei por sua irmã, minha primeira paquera platônica. Ela não sabia que eu gostava dela. Um dia, escrevi lhe um bilhetin e não tive coragem de entregar. Fui tomar água na torneira de aguar o jardim que havia na lateral da nossa casa, e este bilhete caiu. Meus irmãos o encontraram e tive que agüentar a maior gozação da minha vida! Todo mundo ficou sabendo, acho que ela inclusive, embora nunca tenha me falado disto. Eu tinha apenas oito anos de idade. Fiquei morrendo de vergonha e até me afastei dele, do Fiotin, também! Fiquei triste, como disse, pelo que ele me contou: sua irmã, Mazinha, formou se em enfermagem e trabalhava na Unicamp em Campinas. Estava bem, havia comprado um apartamento mas morava com uma amiga que não há deixou mudar-se. Só passava os finais de semana em sua casa. Um dia, banhando para ir a uma festa, na casa desta amiga, houve a fatalidade. O chuveiro era aquecido a gás e havia um vazamento desconhecido. Ela morreu asfixiada enquanto tomava banho. Quando viram que ela demorava demais foram até o banheiro e a encontraram caída. Ainda deu entrada com vida no hospital mas não conseguiram reabilita- la! Faleceu com 37 anos de idade ainda solteira.
Éh, o tempo é cruel! Uns amigos vão e outros vêm e assim a vida continua!
Ele ficou muito feliz em ter me encontrado e também me confessou que era fã de uma das minhas irmãs mas que também não teve coragem de revelar! Coisas da infância!
Papeamos ali por uma hora e tive que deixa-lo naquele banco da praça onde os amigos se encontram aqui no interior!
Assim a vida continua e vamos caminhando!

Boa semana pra todos!

terça-feira, 8 de junho de 2010

São Paulo continua sendo

São Paulo continua sendo a cidade de todos. A cidade da cultura, das baladas e aonde se pode mostrar aquilo que se faz de melhor nas artes neste Brasil todo!
Não foi diferente neste final de semana quando acolheu os meninos da banda Multus.
Primeira acolhida foi em casa. Dona Eliana, Mari e Ângelo receberam os meninos da banda e mais dois amigos com muita alegria e prazer! Quatro dias muita festa! Afinal a família estava reunida novamente, motivo de muita alegria para todos nós. Ela agendou a apresentação da Multus no Quintal Brasil, um lugar onde costumava tocar próximo à nossa casa, e eu passei em Araguari e Uberlândia e levei a galera.
Estávamos todos temerosos de o público não comparecer por ser feriado em Sampa. Pra nossa surpresa, apareceram até pessoas que não esperávamos e o bar lotou. Público do Mina das Minas, da Multus e, particularmente, do Lucas. Seus colegas de escola e a parentada também. Foi muito bom! A banda, mostrando maturidade, deu um show para deixar muito marmanjo babando! Houve momentos de grande emoção em que, Eliana e eu, não conseguimos segurar algumas lágrimas. Ver nosso "Texugo" ali cantando com aquela firmeza foi muito bom! Depois ainda pudemos dar aquela canja: Márcio, Galba e eu. Só faltou o compadre Wellington que estava pra Guarda Mor. Matamos um pouco a saudade de tocar juntos!
No domingo fizemos aquele churras para não perder o costume, regado com bons vinhos para variar!
Terminado o feriado, estamos aqui de volta ao meu quarto de hotel ouvindo o sino da igreja da matriz a badalar.
Ainda bem que a vida continua!
Boa semana para todos!