terça-feira, 13 de outubro de 2009

Dia das crianças


Depois de uma semana em Sampa estou de volta, escrevendo direto do velho alpendre da roça.
Dia das crianças e de Nossa Senhora Aparecida, a padroeira de nós os brasileiros!
Saí de Sampa as sete da manhã sem poder curtir o dias das crianças com os meninos! Ossos do ofício!
Cheguei aqui na roça as dezessete horas. “Sem correr” em gente!
Cheguei em São Paulo numa terça feira ensolarada quando pude ver aquela gigante cidade por cima. Coisa linda de se ver! Os edifícios e seus heliportos, as piscinas, os casarões dos condomínios e até o campo de marte, vizinho da minha casa lá na zona norte. Por pouca daria pra eu ver meu prédio. De todas as vezes que cheguei em São Paulo voando, esta foi a vez que mais curti! Sentei me na janela bem nas poltronas dianteiras do avião e pude vir saboreando as imagens por cima das nuvens como se estivesse num grande mar de algodão! Era eu sendo criança!
Em Sampa peguei um taxi e pude sentir o que é ficar livre daquele trânsito por estes oito meses em que de lá saí! Coisa louca! É carro demais sô! Lá pude comprar outro carro. Por pouco compro outra ecoesporte, mas o destino não quis, quando fui busca-la, havia sido vendida para outro. Aí me pintou uma “Idea” que me trouxe de volta às Gerais! Carrinho bom!
Fiz uma bateria de exames médicos por três dias consecutivos lá no Hcor, agora é esperar os resultados para ver se está tudo em ordem.
Visitei os colegas da Receita de Sampa, almocei com eles e tomei aquele cafezinho gostoso que tem lá perto! Foi bom demais matar a saudade dos amigos!
Brinquei com o Ângelo e o Peron de futebol e fiquei devendo pra Mari uma maior atenção. O tempo foi curto para tanta coisa que precisava fazer. Perdão Mari, da próxima vez jogaremos futebol juntos, prometo! Fiquei admirado como você já está moça! O tempo voa! Tá deixando de ser criança, que pena!
Com a patroa pude ficar um pouco mais, mas sempre é pouco! Logo estaremos juntos novamente!
No domingo ela fez um tutu maravilhoso e outras cositas que saboreamos no churras em casa onde apareceram alguns amigos: Victor Batista, violeiro dos melhor que tem, Gandhi, Bel, Paula, Mônica, Galba e a família, Márcio e a família e outros. Para minha surpresa, apareceu um colega de estudo de contrabaixo, O Zóio! Grande baixista que hoje é muito requisitado em São Paulo. Toca com Pena Branca, Renato Teixeira, Victor Batista e um monte de gente boa! Fomos alunos do mestre Claudio Bertrami! Só que eu acabei partindo pro violão e viola, embora ainda execute o baixo mas sem muito entusiasmo. A viola me ganhou de vez! Parabéns Zóio pelo nome que vem fazendo com seu instrumento! Foi bom demais, tomamos uns vinhos e tocamos um pouco!
Liguei para o Luiz Wack para tratarmos da gravação do meu disco, mas ele estava fora da cidade e acabamos não nos encontrando para combinarmos as gravações!
Assim vamos adiando o sonho do meu disco solo.
Agora estou aqui, cheguei debaixo de chuva! começa a escurecer. Vejo que o Flamboian floriu como a Mari que deixa de ser criança, sorrindo pra vida!
As cigarras estão cantando fortemente como é de costume nesta época do ano!
Vou me deitar mais cedo que amanhã será outro dia!!
Os vagalumes já ligaram os pisca piscas!
Inté!

Agora, aqui d
Revi os filhos e amigos e

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